Gerador de RG para Testes de Sistema
Gere números de RG com dígito verificador no padrão de São Paulo, com ou sem pontuação, até 50 por vez. Clique para copiar. Tudo roda no navegador e nada é enviado.
Revisado em por Anderson Alves, QMIX Digital
Dados fictícios gerados no seu navegador, nada é enviado a servidor. Servem para testar sistemas, formulários e máscaras de campo. Não use para se passar por outra pessoa nem para fraude.
O que é um gerador de RG
Um gerador de RG é uma ferramenta que cria números no formato da carteira de identidade brasileira (oito dígitos mais um dígito verificador, como 12.345.678-9) sem que eles pertençam a nenhuma pessoa. Serve para preencher campos de RG em testes de software, planilhas de exemplo e homologação de formulários, sem expor o documento de alguém real.
Como usar, passo a passo
- Escolha a quantidade. Informe de 1 a 50 números. Para carga de teste, 50 por clique e repita quantas vezes quiser.
- Defina a formatação. Marque a opção para sair com pontos e traço (12.345.678-9) ou desmarque para sair só com os dígitos, conforme a máscara do seu campo.
- Clique em Gerar RG. A lista aparece na hora, calculada no seu navegador.
- Copie um ou todos. Cada linha tem o botão Copiar; o botão Copiar todos leva a lista inteira, uma por linha, para colar numa planilha ou num script de teste.
Como o número do RG é formado
O RG (Registro Geral) é o número da carteira de identidade. Ele é emitido pelos institutos de identificação de cada estado, e por isso não existe uma regra nacional única de formação: São Paulo usa oito dígitos e um verificador, outros estados usam sete, nove ou dez dígitos, com ou sem dígito final.
Este gerador segue o padrão de São Paulo, o mais conhecido e o mais usado em exemplos de validação. O dígito verificador é calculado por módulo 11: cada um dos oito dígitos é multiplicado por um peso de 2 a 9, os produtos são somados, e o resto da divisão por 11 define o verificador. Quando o resultado é 10, o dígito vira a letra X, o que explica RGs como 12.345.678-X.
Exemplo de cálculo do dígito
- Pegue a base 24.678.153 e multiplique cada dígito, da esquerda para a direita, por 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 e 9: 4, 12, 24, 35, 48, 7, 40 e 27.
- Some os produtos: 4 + 12 + 24 + 35 + 48 + 7 + 40 + 27 = 197.
- Calcule o resto da divisão por 11: 197 dividido por 11 dá 17, com resto 10.
- Subtraia o resto de 11: 11 menos 10 é 1. O dígito verificador é 1, e o RG fica 24.678.153-1. Se o resto fosse 1, a subtração daria 10 e o dígito seria X; se fosse 0, o dígito seria 0.
Para que serve um RG fictício
Quem desenvolve ou testa sistemas de cadastro, locadoras, clínicas, escolas, hotéis e portarias precisa preencher o campo de RG dezenas de vezes por dia. Digitar qualquer sequência costuma falhar na máscara do campo, e usar o RG de uma pessoa real em ambiente de homologação fere o princípio da minimização de dados da LGPD.
O número fictício resolve os dois problemas: tem o formato esperado e não identifica ninguém. Os usos mais comuns são:
- Testes automatizados de interface e de API que exigem RG no payload.
- Carga de dados fictícios em bancos de homologação e demonstrações para clientes.
- Validação de máscaras de campo, tamanho máximo e aceitação da letra X.
- Planilhas de exemplo para treinamento de equipes, sem dado pessoal.
Os números saem do gerador aleatório seguro do navegador (crypto.getRandomValues) e passam só pela regra matemática. Não existem em base oficial, não identificam ninguém e não servem para cadastro real.
RG, CIN e CPF: o que muda com a nova identidade
Desde 2022, o Decreto 10.977 instituiu a Carteira de Identidade Nacional (CIN), que usa o número do CPF como registro único em todo o país. O RG antigo continua válido durante a transição e os estados seguem emitindo a CIN com o CPF no lugar do número estadual.
Na prática, para sistemas novos, o campo obrigatório de identificação passou a ser o CPF, que tem regra nacional de dígito verificador. Se o seu formulário valida CPF, combine este gerador com o gerador de CPF e o gerador de pessoas, que entregam cadastros completos e coerentes.
| Documento | Quem emite | Formato | Validação |
|---|---|---|---|
| RG (modelo antigo) | Instituto de identificação de cada estado | Varia por estado; SP usa 8 dígitos + DV | Só a máscara, salvo SP |
| CIN (nova identidade) | Estados, com padrão nacional | Número do CPF (11 dígitos) | Módulo 11 do CPF |
| CPF | Receita Federal | 000.000.000-00 | Dois dígitos por módulo 11 |
Perguntas frequentes
O RG gerado é um documento real?
Não. É um número fictício com formato de RG, gerado no seu navegador. Ele não está ligado a nenhuma pessoa, não consta em base de identificação e não vale como documento.
Qual é o formato do RG gerado?
Oito dígitos e um dígito verificador, no estilo 12.345.678-9, com o padrão de São Paulo. O último caractere pode ser um número ou a letra X.
Por que alguns RGs terminam com X?
Porque no cálculo por módulo 11 o dígito verificador pode dar 10, que não cabe em um só algarismo. São Paulo representa esse caso com a letra X.
Todo estado usa o mesmo cálculo?
Não. Cada estado define seu RG. Alguns não têm dígito verificador. Por isso a maioria dos sistemas valida apenas o tamanho e a máscara do campo, e o CPF virou o número único na nova identidade.
Posso usar esse RG para me identificar ou cadastrar em serviços?
Não. A ferramenta serve para testes de software e dados fictícios. Usar número inventado para se passar por outra pessoa ou obter vantagem é crime de falsidade ideológica.
Dá para gerar vários RGs de uma vez?
Sim, até 50 por clique, e repetindo quantas vezes precisar. Use Copiar todos para levar a lista a uma planilha.
A ferramenta guarda os números gerados?
Não. A geração acontece no navegador, nada é enviado a servidor e nada fica salvo.